Perguntas mais Frequentes

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Além de se livrar do aluguel, aplicar dinheiro em imóveis é uma opção segura e que apresenta ótimas possibilidades de valorização e boa liquidez no mercado. Você pode ainda garantir uma reserva financeira sólida, que pode ser gerada pela venda ou aluguel do seu imóvel próprio.
Faça um diagnóstico prévio a respeito da localização, do estado de conservação, da documentação do imóvel e do credenciamento vendedor. Para imóveis de condomínios, é necessário verificar com o síndico ou com a administradora a existência de débitos de mensalidades ou multas.
Primeiramente, tenha sempre em mente o que você e sua família precisam. Quantas pessoas realmente irão morar o imóvel? Qual o número de banheiros necessários? Verifique também se o imóvel é bem localizado, se tem piscina e garagem, por exemplo, se a vizinhança é agradável, entre outros pontos que podem não ser essenciais, mas podem valorizar mais um imóvel do que outro.
Um imóvel comprado na planta geralmente custa de 30% a 40% menos do que um usado, de perfil semelhante, na mesma região.
Para comprar à vista ou financiar um imóvel, você precisará de uma reserva financeira, seja para quitar o valor total do imóvel ou para dar de entrada e financiar o restante. A entrada exigida varia de acordo com sua renda familiar. A média é de 30% do valor do imóvel — o restante é financiado. Esse cálculo é baseado na renda declarada, pois a prestação não deve ultrapassar 30% da sua renda mensal.
O FGTS pode ser utilizado em 3 casos: Compra e construção de um imóvel residencial; Para quitar totalmente o custo do imóvel ou apenas uma parte do saldo devedor; E para diminuir em até 80% o valor das prestações em até 12 meses consecutivos. É importante ressaltar que essas condições são aplicadas somente em contratos de financiamento foi assinados no âmbito do Sistema Financeiro Habitação (SFH). Além disso, só podem ser adquiridos imóveis residenciais urbanos, ou seja, o FGTS não pode ser usado para a aquisição de imóvel rural, comercial ou para comprar terreno ou materiais de construção.
Os financiamentos são realizados pelos bancos, que pagam ao vendedor do imóvel a quantia que quem compra quer financiar. A partir daí, o comprador deve pagar o banco que quitou sua dívida. Durante esse período, o imóvel fica ligado à pessoa que fez a compra, mas não pode ser negociado enquanto a dívida com o banco não é paga. Diversos bancos oferecem financiamentos. O que os diferencia são as condições de pagamento, como as taxas de juros cobradas, a duração dos contratos e quanto do valor do imóvel pode ser financiado.
Além das informações pessoais do comprador, também são levados em conta, para a aprovação do crédito, o prazo para pagamento, as condições do imóvel, entre outros detalhes. Desse modo, são analisados alguns dados, como vencimentos, se o nome do comprador está limpo, qual a capacidade de endividamento, etc. Depois disso, são estabelecidos os valores máximos que podem ser liberados, qual a taxa de juros que será cobrada e o prazo para pagamento.
Será necessário apresentar originais e cópias do RG e CPF (do casal, quando for o caso), dos comprovantes de estado civil e de renda (holerites, extratos bancários e declaração completa de imposto de renda do casal, quando for o caso). Autônomos podem comprovar renda por meio do contrato de prestação de serviços, declaração do Imposto de Renda, declaração do sindicato da categoria, recibo de recebimento por trabalhos prestados ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), feita por contador.
A princípio, sim. Mas é preciso preencher alguns critérios dependendo do método do financiamento imobiliário. Por exemplo, se o comprador optar por fazer o financiamento por um banco ou qualquer instituição financeira, ele deverá ter renda adequada ao valor de crédito solicitado, ter ficha limpa na praça e também entregar os documentos exigidos. O valor das prestações, nesse caso, não pode ultrapassar 30% da renda líquida.
Depende do valor do imóvel. No entanto, o valor das prestações não pode ultrapassar 30% da renda líquida.
Sim. Autônomos podem comprovar renda por meio do contrato de prestação de serviços, declaração do Imposto de Renda, declaração do sindicato da categoria, recibo de recebimento por trabalhos prestados ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), feita por contador.
Os principais tipos de financiamento imobiliário no Brasil e que são amplamente utilizados no mercado se resumem ao o Sistema Financeiro de Habitação (SFH), um programa de financiamento habitacional do governo que atualmente, financia imóveis de até R$ 1,5 milhão, com juros de até 12%. E o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), outra alternativa criada pelo governo, mas que financia imóveis acima de R$ 1,5 milhão, com juros de até 12%.
Cada tipo de financiamento traz características próprias que atendem a um determinado tipo de consumidor. É importante que você avalie qual deles melhor se encaixa ao seu padrão econômico a fim de não se endividar e realmente fazer uma escolha acertada a respeito do empréstimo que utilizará para comprar o seu imóvel.
Sistema de Amortização Constante (SAC) - Esse é o modelo mais utilizado no mercado e se aplica a diferentes tipos de imóveis, desde os mais baratos aos mais caros. Sua lógica é iniciar o pagamento do empréstimo por parcelas maiores que vão diminuindo constantemente a cada mensalidade e que servirão para amortizar os juros ao longo do pagamento. Assim, começa-se pagando valores mais altos mas que decrescem mensalmente, à medida que os juros vão sendo amortizados. Tabela Price - A Tabela Price é um sistema de financiamento geralmente utilizado para compra de veículos mas que também pode ser uma opção na aquisição de imóveis. Nela há amortização de juros mas não de uma forma tão significativa quanto no SAC que acabamos de explicar no subtópico acima. Sua vantagem consiste no fato de ter parcelas inicialmente menores que o SAC, mas o acúmulo de juros ao final é maior que na opção anterior.
Ao pedir um financiamento, bancos e agências de crédito analisam o histórico financeiro do interessado, e estar com o nome sujo indica que haverá maior dificuldade para arcar com as prestações. Não existem restrições à utilização do FGTS por quem tem o nome sujo, por exemplo. No entanto, por conta das restrições no CPF, é possível que seu pedido de financiamento junto às instituições financeiras seja negado. O financiamento com nome restrito pode ser impedido dependendo das condições de compra do imóvel ou pela sua renda.
Sim, é aceita a soma de rendas para casais marido/mulher ou em união estável, noivo/noiva (proclamas), solteiro(a), viúvo(a). Demais situações são avaliadas caso a caso.
O banco pode entrar com uma ação judicial para ficar com o imóvel, que é leiloado. Esse valor é usado para pagar a dívida da pessoa com o banco e as despesas judiciais que o banco teve. O valor que sobra é devolvido ao consumidor.

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